segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

Só sinto o que penso... Ou não?

As vezes sinto-me completamente controlado pelo que ouço. Ou melhor, há escolhas "mágicas" que conseguem agravar o momento. O agravar não é negativo.
Começar o dia com um bom sol a entrar em casa, maravilhoso! Mas para fermentar o "bom acordar" é juntar-lhe a música certa. Eu tenho músicas de ritual. Aquelas que ninguem me tira de momentos de rotina.
Por exemplo, o acordar com o sol a furar o quarto, o levantar bem disposto e, enquanto isto se processa, Sublime - What i Got. Ou no caso de ser um acordar chuvoso Portishead - Undenied.

O viajar (leia-se conduzir) à chuva pede-me Henry Mancini ou conduzir à noite, sempre que possível, todos os grandes Hits dos 80's. E cantar até alguem mandar calar.

Para muita gente parece que estou a ter aqui uma escrita banal. Não tou. Pelo menos para mim, tudo isto da música como constante pode parecer doentio, mas no entanto é uma forma de se viver a vida.
Não, não é uma tara. Não? Nem sei sinceramente. Mas a falta é sentida e muito.

Eu sei, esta conversa não parece muito lógica, pois não?

Momento - Durutti Column - Saudade (acho que tou a ficar adoentado...)

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